Grupo Impresa, Cofina, Vodafone e Laboratórios Germano de Sousa. O ano 2022 ainda há pouco começou e estes nomes já se tornaram sonantes nos meios de comunicação social por conta da ocorrência de ataques cibernéticos de índole maliciosa. 

Os dados mostram-nos que o cibercrime está a crescer exponencialmente em todo o mundo e Portugal parece estar a acompanhar essa tendência global – estima-se que, no ano transato, ocorreram 881 ciberataques por semana em organizações nacionais, sagrando-se Portugal como o 31º país mais afetado por ataques de ransomware.

Nas nossas publicações, é recorrente abordarmos a temática da digitalização, associando-a a uma multiplicidade de pregorrativas. Não obstante, é também importante perceber que este fenómeno comporta um incremento substancial das ameaças e riscos a que nos encontramos subjugados. Alcançar uma robusta literacia digital e investir em medidas de segurança eficazes deverão ser prioridades atuais para a generalidade das organizações e internautas. 

No artigo de hoje, procuraremos evidenciar a relevância dos certificados digitais, assinaturas e selos eletrónicos, enquanto sólidos instrumentos no combate ao cibercrime. 

Um dos grandes problemas do universo digital prende-se com a falta de informação no que toca à origem dos dados. Não raras vezes, utilizamos um website sem conhecer a organização que lhe subjaz, abrimos hiperligações sem saber que conteúdo encontraremos do outro lado ou rececionamos uma série de e-mails dúbios sem conseguir aferir a identidade ou confiabilidade dos seus remetentes.

Por muito que os utilizadores sejam pessoas cada vez mais conscientes e informadas, o certo é que os ciberataques se têm tornado inequivocamente mais sofisticados e, sobretudo, mais impetuosos.

Com efeito, acreditamos que as organizações se devem munir de mecanismos que garantam a autenticidade de todas as comunicações eletrónicas efetuadas, de forma a ajudar os internautas a sentirem-se mais seguros no ambiente digital e a reconhecerem, com maior facilidade, cenários duvidosos e fraudulentos.

Imagine-se que um utilizador mal-intencionado envia um e-mail em nome de uma entidade comercial, de forma a recolher ilicitamente dados dos seus clientes. Se esta organização apenas remetesse e-mails devidamente assinados ou selados, os seus clientes, ao percecionarem a inexistência de uma assinatura ou selo eletrónicos, dificilmente cairiam nesta prática de engenharia social.

Sabemos, contudo, que os cibertaques não se reduzem a phishing e que, por isso, nem sempre a solução apresentada se mostraria adequada, per si. Muitas vezes, os ataques cibernéticos acontecem na sequência da quebra de um fator de autenticação, aquando da entrada de um utilizador num determinado sistema. Nestes casos, fique a saber que os certificados digitais de assinaturas ou selos poderão também assumir um papel crucial – estes podem ser incluídos em sistemas de autenticação multifator, permitindo adicionar uma camada de segurança extra.

Quer isto dizer que, para além do uso de uma password, poderá igualmente ser requerida a utilização de um certificado digital, diminuindo significativamente as hipóteses de ataque.

Por fim, queremos chamar a atenção para um outro produto da DigitalSign que tudo tem a ver com o tema em análise: os certificados SSL. De uma forma simplista, os certificados SSL correspondem a uma tecnologia de segurança que não só permite estabelecer conexões criptografadas entre um servidor da Web e os seus visitantes, como também autentica o servidor em questão, protegendo os dados transmitidos. Desta forma, as organizações conseguem demonstrar a sua identidade e garantir que as comunicações efetuadas num determinado website não são adulteradas, de forma deliberada ou acidental.

Como é possível verificar, a DigitalSign apresenta um conjunto de soluções capazes de tornar os sistemas organizacionais mais seguros e, bem assim, menos suscetíveis a ataques informáticos.”

Saiba mais no site oficial em www.digitalsign.pt

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